Austin Hay, um garoto de 16 anos que mora em Santa Rosa, Califórnia, tem dormido em seu “projeto em andamento”, uma mini casa de aproximadamente 12 metros quadrados. O projeto teve motivação no que todo adolescente quer…morar sozinho.

Se você, estudante de arquitetura, não se acha capaz de projetar uma casa, aí está seu incentivo.

Vídeo: (em inglês)

Source archinect.com

Micro-Home.

Este carro funciona de diversas maneiras. Sua bateria é carregada por energia solar ou eólica quando acoplado à casa, enquanto se transforma em um espaço extra, em vez de criar um espaço ocioso dentro de uma garagem.

Concebido por Jon Salerno, que aborda questões de densidade urbana para deslocamentos diários convertendo uma dúzia de pés quadrados dentro de um veículo elétrico em uma extensão móvel para uma pequena casa.

Acima, as necessidades mínimas são supridas através de um pequeno quarto e espaço para cozinha (curiosamente não existe um banheiro). Abaixo, os assentos do carro viram de frente, para criar uma sala de jantar ou estar.

Para ser justo, a idéia ainda é tão bruta quanto o óleo fresco da Terra, mas tem potencial e é certamente uma forma criativa e contra-intuitiva de pensar sobre a interseção de transporte e habitação.

Em teoria, isso vai muito além de um trânsito+casa design tudo-em-um - como o rápido crescimento dos movimentos de bicicleta nas cidades ao redor dos Estados Unidos, essa abordagem plug-and-play, pode ser aplicada em todos os tipos de formas comunais. Na prática, porém, este híbrido tem um longo caminho pela frente antes de fazer parte de nossas casas.

Source dornob.com

Cities XL

Via: Pepita Fernandes

"Os Urbanistas de plantão terão em Cities XL 2011 mais desafios em grande escala. Como um treino para    Urbanistas em seus projetos e pesquisas, o game possui uma plataforma muito realista. O seu motor gráfico tridimensional permite-lhe gerar cidades enormes, oferecendo uma paleta de 700 edifícios distintos e mais de 45 tipos de mapas diferentes. Garantindo a diversão dos Arquitetos e Urbanistas apaixonados, pois quando os mesmos encontram-se de férias, costumam "carregar pedras" mesmo.

Mas a ideia não é só espalhar casas pela cidade e esvaziar os cofres dos contribuintes. Toda a gestão econômica e administrativa da cidade, dos transportes públicos, aos serviços sociais e de lazer, a habitação, ou mesmo eventos especiais ficarão a cargo do URBANISTA virtual. Além disso, preocupações ambientais como diminuir a poluição ou o congestionamento do tráfego terão de ser tidas em conta, para satisfazer a população e atrair novos habitantes.

O realismo pretende ser empurrado pra mais além, permitindo que as cidades se tornem mais sofisticadas, ligando-se entre si e estabelecendo canais de negócio. Por exemplo, podem especializar uma cidade em determinado aspecto, suportando outras, criando assim um balanço econômico de larga escala. Ligar cidades com pontes e túneis, assim como desenvolver o tipo de rede de transportes necessários, dos metros, trens ou ônibus, tudo contará para o sucesso da metrópole.

Cities XL é um título similar ao aclamado SimCity que revive o gênero de simuladores urbanos. Desenvolvido pela Monte Cristo, responsável também por City Life, o título fornece uma série de possibilidades ao jogador, incluindo a chance de compartilhar sua cidade com o mundo todo.

Através de um globo, o jogador visualiza centenas de cidades construídas por outros jogadores. Certos jogadores serão especializados em determinados ramos, como a construção de departamentos de lixo e distribuição de eletricidade, o que torna a troca de favores essencial para manter a cidade em harmonia.

Além disso, jogadores podem criar seus próprios avatares e se encontrar em determinados locais, assim como em MMORPGs. A exploração das cidades de seus companheiros também poderá ser feita através dos avatares e observar prédios e pontos turísticos é tão simples como na vida real.”

Kuchofuku - Um casaco com ar-condicionado

Alô moradores de Boa Vista, Manaus e Teresina (cidades mais quentes do Brasil), esse casaco foi feito sobre medida para nós. Não entendi porque os japoneses que criaram se no Japão é frio, mas obrigado. 

"O casaco é uma dica para os dias de verão em que nada pode ajudar a não ser um casaco com ar-condicionado interno. Apesar de parecer contraditório usar um casaco desse tamanho em um dia de calor, ele tem ventiladores na parte traseira, para que o ar possa entrar e ser resfriado.

Para funcionar, ele precisa de quatro pilhas AA, que não acompanham o produto. O tempo de funcionamento com as pilhas é de cinco horas, o que deve garantir uma sensação de frescor usando transporte público no finalzinho da tarde.

O casaco tem opções de potência para a ventilação. Como todos bem sabem, todo conforto tem seu preço e o casaco com ar-condicionado não é diferente. Ele está à venda aqui por 186 dólares.” 

Só tem um porém…as pernas continuarão suando.

Morada no Beco.

Esta habitação parece um pouco com uma nave espacial espremida em um espaço que tem meros 2 pés de altura e 40 polegadas de largura. E sim, foi planejada para viver em tempo integral.

Preenchida dentro de uma rua lateral, repleta de lixo e graffiti, esta habitação em Varsóvia concebida por Centrala é composta de painéis de compensado em uma estrutura de aço com isolamento de espuma ao longo da frente, de cima e de trás do edifício.

Nenhum dos lados precisa de isolamento, já que ambos os lados tocam os edifícios adjacentes. O exterior será coberto por um pano pintado de concreto branco, ambos integrados ao ambiente (em termos de cor), enquanto destacando-se a partir deles (em termos de material, textura, escala e suavidade).

Os sistemas de água e esgoto são parcialmente fora da rede, operam mais como um barco ou casa móvel do que uma residência em tempo integral normal. Uma escada movida a controle remoto se estende para baixo para acomodar as entradas sem deslocar o espaço interior ou exterior.

Para o código de construção civil: essa estrutura foge ao tradicional, designado uma instalação de arte em vez de uma residência. Está, afinal de contas, sendo projetado para ser usado como acomodações de hóspedes temporários.

Source dornob.com

No futuro (próximo), você e seu ou sua companheiro(a) serão capazes de passar a lua de mel no espaço, a bordo de um luxuoso “hotel” oferecendo vistas excepcionais do espaço, refeições gourmet desidratadas, televisão por satélite e Wi-fi. A nova nave russa, chamada Comercial Space Station (CSS) “Estação Espacial Comercial”, irá oferecer aos consumidores os primeiros alojamentos privados no espaço. Mas, há um porém: você vai ter que primeiro passar por três meses de treinamento preparatório, aprender a tomar banho usando lenços umedecidos, e habituar-se a dormir em pé, envolto em um casaco. Ah, e uma estadia de cinco dias, mais despesas de viagem, ficarão por volta de US$ 1 milhão. Ainda interessado?

Desenvolvido pela Orbital Technologies, a Estação Espacial Comercial está pronta para ser lançada em 2016, dando início ao vôo espacial comercial e turístico. O hotel espacial flutuará 217 milhas acima da terra, um pouco além da “órbita baixa da Terra”, e vai funcionar como um ponto de parada para quem viaja em vôos fretados para a lua e um hub para a pesquisa científica.

Como um hotel, o espaço parece um pouco apertado e auspicioso, não um lugar que você gastaria várias noites dentro, muito menos a estadia máxima de 60 dias. Grandes aberturas são equipadas com câmeras e binóculos para que você possa explorar todos o panorama intergalático. A cozinha vai armazenar refeições preparadas que os hóspedes escolherão antecipadamente, juntamente com uma série de opções de bebidas, com exclusão de álcool, que é estritamente proibido a bordo. Há um banheiro com descarga a ar, uma cubículo para banho totalmente selado, e camas reclináveis​​ que podem ficar na posição vertical ou horizontal. Então você pode dormir, comer, e navegar on-line no espaço.

Apesar de seus desenvolvedores dizerem que não será nada parecido com a Estação Espacial Internacional - que possui interiores desconfortáveis e estéreis, alimentos tubulares, e esponjas de banhos. O design de interiores de naves espaciais não mudou muito nos últimos 40 anos.

Como a casa da natação e eventos de mergulho para as Olimpíadas de 2008, o Beijing Water Cube é reconhecido como um ícone internacional. Quando Forrec ganhou o contrato para projetar um parque aquático dentro da famosa estrutura, era claro que teria que ser uma solução projetual de nível mundial.

Levamos nossa sugestão da armação-bolha espacial que forma a pele exterior do edifício. A filtragem da luz através da membrana dupla sugere um ambiente “submerso”, por isso, estendemos esta a tornar-se uma lagoa subaquática tropical. Grandes elementos aquáticos abstratos - bolhas de ar coloridas, algas marinhas, corais e medusas - “flutuam” no espaço, criando uma dinâmica atmosfera acquosa. À noite, uma iluminação teatral é adicionada, criando uma fantasia aquática. Os elementos abstratos são divertidos o bastante para criar entusiasmo, mas ainda sofisticados o bastante para complementar a geometria da estrutura.

O entrelaçado também apresentou alguns grandes desafios. Enquanto muitos parques aquáticos cobertos tem escorregadores e torres que se estendem pela estrutura, a pele do  Water Cube não podia ser penetrada, então todos os elementos tinham que estar confinados dentro do edifício, sem parecer apertado ou lotado. A solução foi considerar cuidadosamente todas as 3 dimensões do espaço — não só o plano — e combinar as atrações e os elementos temáticos dentro de uma enorme e mesclada composição.

Para capitalizar sobre o interesse internacional na arquitetura, e para garantir que o Happy Magic Watercube volte a abrir dois anos após a abertura dos Jogos Olímpicos, o cronograma foi mantido extremamente apertado. A equipe de designers criativos, arquitetos e designers de interiores de Forrec, desenhou o parque e guiaram sua construção dentro de 14 meses.

Em 2010, a Associação World Waterpark apresentou o Happy Magic Watercube com o seu Prêmio de Inovação da Indústria. O conceito - um parque aquático temático de alta qualidade - expandiu-se para parques aquáticos em Pequim e Nanjing e, com a ajuda de Forrec há planos para expandir ainda mais a marca em toda a China.

O escritório Zaha Hadid Architects terminou seu trabalho no massivo Centro Aquático de Beijing que será sede dos jogos aquáticos de 2012 em Londres.

A maioria das imagens mostram superfícies duplamente curvas que cobrem a piscina principal, impressas com nós de holofotes. As duas asas divisórias são cobertas em um padrão de concreto escultural não diferente dos moldes do Hadid’s Phaeno Science Center.  A técnica utilizada naquele prédio — Concreto auto-compactável — ainda estava em desenvolvimento em 2006, e parte da fachada teve que ser refeita logo depois de terminada devido a rachaduras. Não temos certeza se eles usaram SCC no Aquatic Center, mas esperamos que uma refação não seja necessária.

Alguns números:

17,500: acomodações para visitantes.

90 metros: a cobertura com a extensão mais ampla, com uma extensão de 160 metros na direção oposta.

3,000 toneladas: peso da cobertura.

850,000: telhas cobrindo as piscinas.